Proslambanomenos


Novo endereço

http://desenganado.blogspot.com



Escrito por J.J às 19h34
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Limpeza e mudança

 

Hoje deletei mais de 50 comunidades do meu orkut, tenho que repetir este feito para pelo menos mais 50... Deletei até encher o saco.

Ninguém precisa saber que “eu amo cheiro da chuva”, que “nas dificuldades eu me supero”, que “eu sou para casar”, até porque já não sirvo para casar há um bom tempo, não porque tenha me tornado um pervertido, não... simplesmente é porque vida acadêmica e casamento não combinam... Ninguém precisa saber que pra mim “o sexo [deve ser] com amor, mas sem pudor”, que “eu tenho um blog”, que “eu penso em você, e você nem sabe”, seja lá quem seja esse “você”. Ninguém precisa saber que “sou um homem carinhoso”, que sou um “homem inteligente” e que gosto de “mulheres inteligentes” e “pessoas inteligentes”... Limpei do meu orkut tudo que não tem mais a ver comigo ou o que simplesmente não precisa ser dito.

As vezes você precisa jogar coisas fora, terminar coisas mal resolvidas, esquecer coisas do passado, você muda... algumas comunidades do orkut me lembram coisas que não sou mais... Não preciso delas... Esse blog me lembra de que coisas que não sou mais... vi a necessidade de mudar. Limpei o meu orkut, limpei o meu blog. Estou de mudança. Não atenderei mais nesse endereço... Me procurem em:

 

www.egohicetnunc.blogspot.com

 

Adios amigos...



Escrito por J.J às 15h56
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bem que se quis

Eu quis querer o que o vento não leva, pra que o vento só levasse o que eu não quero.
Eu quis amar o que o tempo não muda, pra que quem eu amo não mudasse nunca.
(Paralamas - Um pequeno imprevisto)

As vezes eu me sinto um filho da puta por querer algo que não quero. As vezes eu me sinto um merda por querer algo que eu não posso ter... O melhor é não querer, mas não querer, já é querer algo.






Escrito por J.J às 12h53
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Teleológico

Hoje viajei para o passado e pude ver com clareza... Mas era apenas eu sendo teleológico.


Escrito por J.J às 21h54
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A aparição de D. Sebastião

Palavras me faltam para descrever as profecias dos astros, estes já tinham me prevenido sobre tal fato. No tumulto da multidão amontoada e em dois lados a escolher ia eu pensando sebastianamente, amigos... Eu, tucuruvi, sabia que D. Sebastião é jabaquara, por alguma razão, ou pela falta dela, ao olhar para o lado vi uma aparição, era D. Sebastião. Da primeira vez não tive certeza, corri e fiquei esperando no próximo vão nova aparição. Parado, contemplei: era a aparição de D. Sebastião, sabia que ela era jabaquara, eu, tucuruvi. Naquele momento ridículo, pensei o que faria se o espectro me visse, não me viu. De alguma forma, tentar me esconder atrás das pilastras me fez pensar no momento ridículo e na atitude ridícula. Corri. Ainda vi a aparição sentar em um banco, abrir um livro e colocar o cabelo atrás da orelha. D. Sebastião se foi. E eu também, embora com o meu sebastianismo.


Escrito por J.J às 21h07
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3 dias de bebedeira...

Puts terceiro dia de breja...
Por isso é bom ter bixos... dois dias de matrícula, trotes, pedágios e muita cerveja e gente legal.
Hoje, despedida do BOB da Rep, mais cerveja, pela primeira vez essa republica vai fazer uma "festinha" fechada só homens e só os moradores...
Essa vida... pena que depois das matrículas, as coisas ficam sérias...


Escrito por J.J às 22h22
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Já são mais de outro dia e amanhã tenho certeza que vou acordar com o sol.
É preciso dormir, é preciso voltar a dormir.
Ouvindo o Caio roncando e vendo imagens de rostos repetidos.
Dá-me aquela sensação de não fazer parte, aquele quê de “could’ve been”.
Merda, sou um sebastianista que espera a volta de seu rei Sebastião.


Escrito por J.J às 00h53
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What a mess...

 

Sabe, a gente passa vida inteira procurando a felicidade, procurando diversão, coisas que nos dêem prazer e... quando não as temos, simplesmente nos sentimos o verme do verme, a merda no sapato, the worse person in the world... Mas sei lá.

Em 2007, bradei: “Este é o meu ano”, realmente o ano passado foi um ano bem legal, mas não foi tudo aquilo que esperei, até julho, foi bem interessante, mas depois... rotina, problemas amorosos, rotina, cansaço, falta de grana... Pois é um ano comum.

2008 começou, tive uma virada de ano deveras simples, minhas férias estão bem comuns, terminei com a Silvia, mais uma vez... ou seja, tudo para dar errado, até parece que não entrei com o pé direito neste ano, mas...não estou nem aí, estou pensando diferente.

Esperei tanto de 2007 e ele não foi lá tudo isso, quem saiba eu não espere nada de 2008 e seja um ano 10... Sei lá, dizem que o segredo é não esperar, vamos ver. Dessa vez não vou dizer: “Esse vai ser o meu ano”...mas, que seja o ano de outra pessoa... Que outra pessoa se dê muito bem esse ano, que seja feliz.

Por enquanto, vou curtir a minha estadia no “dark side at the moon”, é bom, te faz pensar na vida, rever valores, e as coisas que realmente te fazem feliz... Sabe, as vezes precisamos de um ano nulo, aquele ano que passa em branco, que só conta mesmo na idade, não vou me cobrar se não arrumar uma nova namorada, não vou me cobrar se não tirar notas boas (mentira isso vou sim), não vou me cobrar se não tem grana, não vou me cobrar, não vou esperar... vou deixar as coisas acontecerem.

Sabe, pode ser meio egoísta mas este ano vou sair pra me divertir, por sair sem “telos”, rir por rir, este ano vai ser para mim, quero achar as coisas que realmente me fazem bem sozinho, comigo mesmo sabe... sei lá sem pensar a vida numa visão eudemonista. Viver por viver. “Live and let live”, “let it be”.

Eu sempre achei que funciono melhor sozinho…



Escrito por J.J às 23h47
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Reflexões e Resoluções 2007/2008 - A busca da Felicidade

 

Acabei de assistir “The Pursuit of Happyness”, um filme com o Will Smith que é inspirador, ainda mais quando você lembra da frase do começo: “baseado em fatos reais”. O filme conta a estória de um pai e sua luta para sobreviver e cuidar do seu filho em São Francisco. Chris Gardner é um vendedor de um aparelho semelhante a uma máquina de raio-x, as vendas não andam bem, os alugueis e os impostos estão sempre atrasados; ele é despejado, sua mulher vai embora e ele tenta se virar e acaba se tornando um cara super rico. Essas histórias, do cara pobre que se torna uma pessoa cheia de dinheiro, sempre são inspiradoras, mas o tom do filme em si é a luta pela felicidade. O quão forte você é para vencer todos os desafios? E esse cara é muito forte. Esse tipo de ensinamento nos faz refletir, refletir e refletir. O quão dispostos estaríamos em nossa busca à felicidade?

Talvez esta “busca à felicidade” seja uma idiossincrasia americana, pois esta busca está presente na própria Declaração de Independência como parte de um jusnaturalismo que a considera tão importante quando a vida e a liberdade. Mas, em todos casos, mesmo sendo os brasileiros diferentes dos americanos, todos os seres humanos buscam a felicidade, apesar da diferenciação individual de “o que é ser feliz”.

Comecei a pensar na minha busca. O que tenho feito para que isso aconteça. Lógico que não vejo a felicidade como algo estável, sei que todos têm altos e baixos. A felicidade retratada no filme nos dá essa impressão de estabilidade, esse é o problema do cinema hollywoodiano, o filme sempre acaba com o beijo do casal, sempre todos são felizes, não mostram o depois, a rotina e os momentos tristes. O cinema americano nos dá a impressão de que podemos congelar nossos momentos felizes.

Tenho muitos momentos felizes que gostaria de congelar como: o meu nome na lista do vestibular, meu primeiro dia morando em São Paulo, quando falaram “you’re just too good to be true” para mim no cinema, o dia que um cara em um show me comparou com o Randy Rhoads, uma garota cantando You are my sunshine para mim, outra falando “como alguém pode te perder?”, quando ganhei meu sega saturn, quando me chamavam de POP na Unifesp, quando meu pai, minha mãe e eu nos abraçamos na cozinha na fase da separação, quando comprei meu primeiro violão com meu primeiro salário, quando dei minha primeira aula, nossa... muitos momentos. Pena eles não serem fotos e estarem pendurados na minha parede. Pena.  

Eu estou numa fase estranha da minha vida, sei lá. Acho que os posts abaixo podem dar uma idéia disso, mas ao ver esse filme pensei nesse ano que passou e o quanto tenho que agradecer. Nesse ano tive a oportunidade de entrar numa faculdade pública, de morar na cidade que sempre quis, de conhecer amigos maravilhosos, de ter a melhor inércia do primeiro beijo, até agora... de mesmo fazendo duas faculdades, ser em ambas um dos melhores alunos, obtendo notas altas e levando bem sério as duas. Tive momentos de muita felicidade... Lógico veio as coisas chatas, todas as brigas e términos com a Sílvia, os finais de semana em casa, quase todos, que passei estudando para conseguir ir bem nas faculdades, os sentimentos de “eu não vou conseguir”, as tretas na rep... Bem, eu agüentei.

Tenho certeza que daqui algum tempo, estarei olhando para esses dias e pensando: Puts, cara você conseguiu, você é foda. Estou buscando minha felicidade, é difícil, mas estou tentando. Em 2006/2007 busquei ser feliz como nunca tinha buscado antes. Em 2008, continuarei nessa loucura... vou terminar a faculdade de música como um presente para os meus país, e esse tenho certeza que será um daqueles dias que iriam para a minha parede se pudessem ser congelados. Vou buscar alguém que me complete... (bem as reticências são perfeitas para esse momento, pois, parei para pensar uns cinco minutos nesse assunto), alguém que queira... não há jeito de falar essas coisas sem parecer um viadinho, então passo, pulo esse assunto, talvez seja o assunto mais importante, porque para mim amor = felicidade, mas pulo. Qualquer coisa que eu fale soaria florzinha demais, mas quem me conhece, sabe as coisas que sou capaz quando o assunto é esse.

Em 2008, quero continuar com as notas altas, arregaçar no meu tcc, fazer minha iniciação "shakespeare e Calderón", perder alguns quilinhos, sair mais com meus amigos, sei lá. É difícil, quando você faz uma faculdade de humanas, sua fé muda, não tenho mais aquela fé que tinha, mas ainda acredito que há algo maior do que nós, então: que em 2008 os obstáculos apareçam, pois são eles que nos fazem crescer, mas que eu tenha força para vencer a todos.

Desejo o mesmo a todos os meus amigos.

Amo vocês!



Escrito por J.J às 23h12
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Eu não acredito nessas coisas, mais é impressionante como, as vezes, essas merdas batem

A desarmonia que envolve Vênus no céu com o planeta Mercúrio do seu mapa entre os dias 25/12 (hoje) às 22h e 07/01 às 6h não é um conflito grave, Jaime, e diz respeito a alguns conflitos internos relacionados à sua forma de vivenciar o amor. É possível que, neste momento, você venha a questionar mais a sua vida afetiva, percebendo de forma mais intensa as suas insatisfações. Mas o problema neste período é que de nada adiantará muito pensar, pensar e pensar. O excesso de especulação neste momento não melhora a sua vida amorosa, e pode até torrar a paciência alheia, se você ficar falando demais sobre isso. Uma tendência natural deste momento é ficar fazendo "discussão de relação", quando se está namorando, e nem sempre são discussões que levam a algum lugar. Diz-se, inclusive, que após dez minutos de conversa, é provável que o foco do assunto seja perdido, e aí as pessoas passam a discutir milhões de coisas outras, liberando traumas e coisas que não têm nada a ver com a relação em si. Que tal não complicar?



Escrito por J.J às 23h41
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Só quero que essa época passe logo...

 

Nunca estive tão sem clima de Natal na minha vida. Se me perguntassem: O que você gostaria de ganhar do Papai Noel? Eu não saberia responder.

Lógico que presentes materiais seriam legais... Livros por exemplo, Dvd’s... mas nada que seja substancialmente importante. Me sinto vazio, mas também não sei o que poderia me completar, só queria ter um natal sem esse vazio... justamente acho que assim estou por causa dessa época.

Não sei... Só quero que essa época passe logo.

Mas não é porque eu estou sem clima de Natal que justifica uma falta de educação, então: Feliz natal a todos!



Escrito por J.J às 16h35
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Eu adoro Férias...

 

Puts, fantástico estar de férias... Ainda mais para alguém que faz duas faculdades e trabalha. Estou de férias de tudo, UNIFESP, FAAM, FAMA... (nossa, agora que reparei que FAMA e FAAM formam um anagrama).

E o que irei fazer nessas férias? Basicamente livros e filmes...

Nossa, tenho lido muito... É fantástico sentir novamente tesão em estudar. Lembro-me de quando comecei a tocar guitarra, quando fica 8, 10, 12 horas estudando, atualmente estou assim com os livros. Sede de conhecimento...

Bem... listinha básica de livros para as férias:

 

Raízes do Brasil – Sérgio Buarque de Holanda (Fantástico, livro essencial para qualquer brasileiro... acabo de ler hoje, faltam dez páginas)

O Espelho de Próspero – Richard Morse (começo amanhã sem falta, discute as diferenças das culturas e idéias nas Américas)

A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo – Max Weber (um dos meus livros favoritos, vou reler nessas férias)

Sagarana – João Guimarães Rosa (Quero ler esse livro há algum tempo, mesmo sem nunca ter lido, tenho um respeito imenso por ele)

A Estrutura Ausente – Umberto Eco (comecei a ler durante o período de aula, mas tive que parar... discute sobre comunicação, mídia e linguagem, pelo o que eu já li: é fantástico)

O mundo de ponta-cabeça - Christopher Hill (discute as idéias da revolução inglesa)

Os fundamentos Racionais e sociológicos da Música – Max Weber (mais um do Weber... talvez sirva para o meu tcc)

Critica e Crise – Reinhart Kosselleck (reler - burguesia, desenvolvimento da crítica e esfacelamento do Estado absolutista)

A Era das Revoluções – Eric Hobsbawn (pega do período da revolução francesa até mais ou menos 1840)

Ideologia Alemã – Marx e Engels (desenvolvimento do capitalismo, entre outras coisas)

O Idiota – Dostoieivsky (clássico que quero ler)

Macbeth – Shakespeare (idem ao de cima)

 

Bem... por enquanto é isso... Espero que dê tempo, hehehe...



Escrito por J.J às 23h20
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Esta época do ano...

 

Merda as pessoas não deveriam terminar nessa época do ano... Não nessa época do ano. Estar sozinho, na época mais solitária do ano é uma merda.

Por mais que você saiba que é a coisa certa, há sempre aquela sensação estranha...



Escrito por J.J às 00h31
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Fim

Nos abraçamos, desejei feliz natal e ano novo... Me emocionei.

Para ela não foi fácil também. Ela foi e eu subi pelo elevador correndo para ver ela atravessar a rua.

O sinal abriu ela atravessou e se perdeu no metrô, e eu... vendo tudo no apartamento do quarto andar de um prédio qualquer na Avenida Santos Dumont.

Fechei a janela e pensei: ponto final, não reticências... Ponto final.

Mais uma vez...



Escrito por J.J às 20h51
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O problema de ser historiador

 As vezes é meio insuportável ser historiador, tudo você quer relacionar com algo, conceitos que parecem simples precisam ser explicados, tudo que era besta se torna uma teoria complexa e cheia de citações. Ai, você começa a pirar, como eu fiz: desenvolvi uma teoria que explica John Locke através do Chico Bento.

Como diz um professor meu, cuidado para não enlouquecerem, usando a minha própria piração como exemplo: As vezes, Chico Bento é só Chico Bento.

Porque estou falando isso? Irei fazer um seminário quarta-feira que irá abordar os conceitos de Liberdade na obra “Senso Comum” de Thomas Paine, e para este já li 5 livros e 14 artigos, estava deitado no sofá agora pouco, acabando o penúltimo capítulo do sexto livro que estou lendo e ouvi uma briga de uma vizinha com uma criança, que pelo que entendi estava brincando com pedras perto da casa dela e tinha atingido seu carro.

As moça, tentou conversar, a criança meio mal educada não deu muita bola, até que ela pegou uma sacolinha onde a criança guardava as pedras.

A criança na hora protestou: E a minha liberdade?

A mulher respondeu: Sua liberdade acaba onde começa a minha?

Merda, na hora me veio toda a teoria de liberdade que tenho estudado nesse último mês.

Na hora da pergunta dele, já me veio à cabeça: sua liberdade? Baseando-se em quem? Hobbes, Locke, os neo-romanos?

Ai pela resposta, identifiquei: uma mulher liberal. Conceito de liberdade negativa. O cidadão tem direito de fazer tudo aquilo que não ultrapasse a liberdade de outro indivíduo.

Merda, as vezes é muito chato ser historiador. Temos que ter muito cuidado para não nos tornamos chatos.



Escrito por J.J às 18h06
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